Novembro Azul: homens precisam investir na prevenção, diz especialista
Em novembro, o rosa dá espaço à cor azul. Depois da campanha em favor da prevenção do câncer de mama, realizada em outubro, agora é a vez de cuidar da saúde dos homens. De acordo com o médico gastroenterologista Nelson Silveira Cathcart Jr, até o final do mês o foco é a conscientização do câncer da próstata, sem esquecer o de intestino (cólon e reto), segundo câncer mais comum entre o público masculino.
Em 2023, conforme dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o país deve registrar 71.730 novos casos de câncer de próstata e 21.970 de intestino (cólon e reto). Em terceiro, ficam os tumores de pele não melanoma.

“Ainda existe muito preconceito com a questão do toque e da colonoscopia, que são exames de prevenção que fazem toda a diferença no tratamento”, destaca o médico. O profissional explica que os exames não machucam, não ferem a masculinidade e são indispensáveis na prevenção e descoberta de doenças, como o câncer de intestino.
Conforme ele, é crescente o número de homens que, incentivados pelo Novembro Azul, procuram ajuda médica para ter uma avaliação global de sua saúde. Um dado extremamente positivo, já que pesquisa recente da Sociedade Brasileira de Urologia mostrou que apenas 32% dos homens acima de 40 anos se consideram muito preocupados com a sua própria saúde, e que 46% deles só vão ao médico quando sentem algo.
Prevenção
Como em qualquer doença, quanto antes for feito o diagnóstico, maiores são as chances de tratamento e de cura. “É preciso compreender que exames como do toque, combinados com o de sangue e imagem, ajudam muito no diagnóstico precoce da doença. Assim como a colonoscopia, que possibilita a identificação e a retirada de lesões no intestino já durante o procedimento”, Nelson Cathcart Jr.
Câncer de intestino
A recomendação, segundo o profissional, é de que as pessoas realizem o exame na idade entre 45-50 anos, mesmo não apresentando nenhum sintoma. No entanto, quem tiver algum registro desse tipo de câncer na família, é indicado que ele seja realizado antes.
O médico destaca alguns fatores de risco que podem desencadear a doença no intestino, como obesidade, sedentarismo, consumo frequente de álcool e tabaco, baixo consumo de fibras.
“Além da prática de atividades físicas, que ajudam a manter o controle do peso, consumir fibras como frutas e vegetais frescos, evitar o cigarro e o excesso no consumo de carne vermelha e bebidas alcoólicas ajudam na prevenção da doença”, recomenda Nelson Cathcart Jr.
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